álcool e poesia

“Eu sei que não sei fazer cafuné direito, eu sei que tô sempre com o cabelo desarrumado, só atraio confusão e não costumo escolher as melhores roupas. Eu sei que as vezes eu erro, tenho minhas crises existenciais e aquele medo exagerado de perder. Eu sei que de vez em quando eu colo em você, que quando brigo sou criança. Eu sei que minhas piadas não são lá tão engraçadas, que meu humor não é sempre dos melhores e que meu jeito é todo desajeitado. Eu sei que sou torto, do avesso e as vezes idiota pra caralho. Mas por favor, não desiste de mim não. A gente combina, pode acreditar. Vai dar certo. Tem de ter, pelo menos, um motivo pros meus dedos encaixarem tanto nos teus. Agora, pelo menos dessa vez, eu vou fazer com que dê tudo certo. Confia em mim. Mas por favor, não desiste desse meu jeito desajeitado de ser.”

Theme por dilacerar; detalhes de lmthemes. Não copie, não remova isso.

Um dia ainda vai ser eu e você nas fotos de casais da dash.




Não é medo de falar. É medo do que vou ouvir depois.


Amor é quando você cuida da pessoa amada, assim, ó, por telepatia.
Ana Luisa Figueiredo (via sociedadedospoetasmortos)





Anotei “Desapegar” e colei na porta da geladeira. Mas quem foi que disse que eu paro para ler esses recadinhos ridículos?
Thiara Macedo (sdpm)